Olhares de Holland
(...)
Regresso ao “La Bohème” no final da tarde para descansar um pouco antes de jantar. Enterro o corpo num colchão mole. Perdido demais no sono e nos sonhos ouço ao longe o alarme anti-fogo, despertado por umas passas partilhadas de um charuto em algum dos quartos vizinhos. O cheiro intenso da erva invade o hotel e volta a embalar-me. Durmo ferrado até depois da hora de jantar.





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